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domingo, 26 de dezembro de 2021

I - INTRODUÇÃO. 1 - A importância dos estudos. Razões do “por que devemos estudar? Introdução à Bioquímica Professor César Augusto Venâncio da Silva. Especialista em Farmacologia Clínica pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO ATENEU. Especialista em Neurociência pelo CENTRO FACULDADE FAVENI.

 

Introdução à Bioquímica

 Professor César Augusto Venâncio da Silva.

Especialista em Farmacologia Clínica pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO ATENEU.

Especialista em Neurociência pelo CENTRO FACULDADE FAVENI.
 

Sumário.

EMENTA:

1.    INTRODUÇÃO.

2.    AMINOÁCIDOS.

3.    ESTRUTURA GERAL DOS AMINOÁCIDOS.

4.    NOMENCLATURA DOS PEPTÍDEOS.

5.    PROTEINAS.

6.    NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DAS ENZIMAS.

7.    EFEITO DO pH NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA.

8.    EFEITO DA TEMPERATURA NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA.

9.    CARBOIDRATOS.

10. CONCEITOS E CLASSIFICAÇÃO.

11. OCORRÊNCIA BIOLÓGICA.

12. CARACTERÍSTICAS DOS CARBOIDRATOS.

13. LIPIDIOS.

14. FUNÇÕES DOS LIPÍDIOS.

15. CLASSIFICAÇÃO DOS LIPÍDIOS.

16. A QUÍMICA DOS ÁCIDOS GRAXOS.

17. ÁCIDOS GRAXOS SATURADOS E INSATURADOS.

18. REPRESENTAÇÃO QUÍMICA DOS ÁCIDOS GRAXOS.

19. CERAS OU GRAXAS.

20. LIPÍDIOS DE MEMBRANAS BIOLÓGICAS.

21. ESTERÓIDES.

22. METABOLISMO CELULAR.

23. PROCESSOS E MOLECULAS ESPECIFICAS.

24. RESPIRACAO CELULAR.

25. FERMENTAÇÃO          54.

26. ACIDOS NUCLEICOS.

27. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

28. VALORES NUTRICIONAIS DAS PROTEÍNAS ANIMAIS E VEGETAIS.

29.  ENZIMAS.

I - INTRODUÇÃO.

1 - A importância dos estudos. Razões do “por que devemos estudar? “

Esta parte inicial do curso se caracteriza como Introdução. Isto posto, se convida o discente-aluno a refletir: “para que estudar?”

Faça uma reflexão sobre o assunto: Se desejar não continuar os estudos e parar hoje e ser quem você é, daqui há alguns anos, certamente não estará tão longe de onde parou na caminhada. A verdade é que se você não quiser estudar, ninguém vai te obrigar. Porém, fique sabendo que: quem para de caminhar, estaciona na vida, para no mesmo lugar, não tendo nada a oferecer a si mesmo e nem a ninguém! Na academia e na “vida” buscamos questionamentos diversos, entre eles podemos imaginar “quem nunca se perguntou, por que estudar física, química ou geografia, e em particular bioquímica?”

Dizer popular “um ser humano deve agir de acordo com sua consciência. E para isso, ele precisa ampliar esta consciência de todas as formas possíveis: conversar, observar, realizar, questionar, afirmar, ler, escrever...”. Por consequência se alcança tais princípios populares com a cognição que se estabelece no estudar. Estudar, antes de qualquer coisa, é uma busca pela ampliação da consciência para que possamos fazer as coisas com maior qualidade do que já fazemos e buscarmos novos saberes. Os estudos também nos ajuda a decidir com mais clareza o que fazer, não só em cada pequeno problema de matemática ou de química, mas na realização de grandes planos para nossa vida. Quando éramos crianças(pequenos), “achávamos uma obrigação imposta por nossos pais, irmos à escola”, e talvez ainda não tenhamos percebido a importância deste ato, nem tão pouco compreendido por que nossos pais queriam que fossemos estudar. Assim que chega à adolescência, achamos que as nossas vontades, razões, são superiores aos dos nossos pais; engano nosso. Mas mesmo assim muitas das vezes passamos por cima de todos os conselhos daquelas pessoas que só querem nos orientar, que são os nossos pais e os nossos professores. Muitas das vezes só vamos para a escola brincar, se divertir, e deixamos de lado o verdadeiro sentido de estudar que é descobrir novos saberes e aprimorar os que já possuímos. Terminando o ensino médio, para felicidade de muitos, chegamos à universidade. Na universidade, os professores não conseguem dá uma atenção como gostaríamos, e quase sempre ficamos com muitas dúvidas, e temos que procurar solucioná-las, vencendo todos os obstáculos que são impostos a nossa vida acadêmica. É aqui, na universidade, que devemos ampliar conceitos. Na especialização acadêmica é que começamos a enxergar, se o curso que escolhemos é o que realmente queremos para nossa vida profissional.

1.2 – A importância de estudar a disciplina Bioquímica.

A bioquímica é a parte da Biologia que estuda as reações químicas que ocorrem nos seres vivos, bem como os compostos envolvidos nesses processos. Os estudos bioquímicos permitem o entendimento de processos que garantem a sobrevivência dos seres vivos.

As reações químicas estudadas na bioquímica não são observadas a olho nu. Então, para o seu desenvolvimento é essencial o uso de microscópios. Atualmente, também são usadas ferramentas computacionais para uma melhor investigação.

As reações químicas ocorrem nas células e contam com a presença de biomoléculas: carboidratos, proteínas, límpidos e ácidos nucleicos.

1.2.1 – Síntese conceitual.

Podemos para fins didático, ainda, acrescer que “(...) a bioquímica é a “química da vida”, através desta ciência nos é permitido o estudo e a compreensão do ser vivo. De um modo geral, ao utilizar dos princípios da química e biologia, a bioquímica visa investigar e analisar a composição e mudanças que ocorrem nas moléculas e demais estruturas microscópicas contidas no organismo”.

1.2 .1 – Neste curso abordaremos de forma mais ampla, talvez até “prolixa” ( muito longo, extenso ou demorado. É empregado quando alguém fala ou escreve demoradamente, com o uso excessivo de palavras) temas que envolve o objeto do nosso curso.

Observaremos no estudo da bioquímica a definição, compreensão e aplicação prática dos estudos sobre Biomoléculas. Estas, (biomoléculas) são compostos sintetizados pelos seres vivos e que estão envolvidas em seu metabolismo. São em geral moléculas orgânicas, compostas principalmente de carbono, além de hidrogênio, oxigênio e nitrogênio.

1.2.1.1 – Para os nossos estudos direcionados devemos compreender as principais biomoléculas, que são:

      I.        Proteínas: compostas por subunidades de aminoácidos.

As proteínas desempenham uma série de funções no organismo: fornecimento de energia; catalisam reações químicas, transportam substâncias, atuam na defesa, regulam processos metabólicos, entre outras atividades.

    II.        Lipídios: compostos por subunidades de ácidos graxos e gliceróis.

Os lipídios são uma importante reserva de energia. Podem ser encontrados em células animais e vegetais.

   III.        Glicídios ou Carboidratos: compostos por subunidades de monossacarídeos.

A principal função dos carboidratos é fornecer energia. Entretanto, eles também possuem uma função estrutural pois auxiliam na formação das estruturas celulares e dos ácidos nucleicos.

  IV.        Ácidos Nucleicos: compostos por subunidades de monossacarídeos (pentoses), ácido fosfóricos e bases nitrogenadas.

Os ácidos nucleicos apresentam funções essenciais para as células. Participam da síntese de proteínas, atuam em processos celulares, regulam o metabolismo, entre outras atividades.

1.2.1.1.1 – O Metabolismo, como referenciado “se refere-se ao conjunto de reações químicas” que ocorrem na célula e permitem o seu adequado funcionamento.

 

O metabolismo pode ser dividido em duas etapas: catabolismo e anabolismo.

O catabolismo corresponde a quebra de uma substância para obter energia. Enquanto, o anabolismo é a capacidade de transformar uma substância em outra.

De modo geral, podemos dizer que o metabolismo corresponde a uma série de processos bioquímicos que ocorrem nos seres vivos.

1.2.1.1.1.1 – As principais vias metabólicas do organismo humano são:

 

      I.        Glicólise: Oxidação da glicose para obter ATP;

    II.        Ciclo de Krebs: Oxidação do acetil-CoA para obter energia;

   III.        Fosforilação oxidativa: Utilização da energia liberada na oxidação da glicose e do acetil-CoA para produzir ATP;

Via das pentoses-fosfato: Síntese de pentoses e obtenção de poder redutor para reações anabólicas;

  IV.        Ciclo da ureia: Eliminação de NH4(amônia) sob formas menos tóxicas;

Oxidação dos ácidos gordos: Transformação de ácidos gordos em acetil-CoA, para posterior utilização pelo ciclo de Krebs;

    V.        Gliconeogênese: Síntese de glicose a partir de moléculas menores, para posterior utilização pelo cérebro.

 

II – DISSERTAÇÃO MONOGRÁFICA.

2.  Dissertação.

Para fins didático vamos entender como dissertação, o texto ementário cientificamente conceituado e estruturado de forma a expressar o conteúdo da disciplina Introdução à Bioquímica, e o ponto de vista e a opinião da ciência metodologicamente apresentada.

Esclarecemos que a disciplina aqui ofertada se destina a graduandos, graduados, pós-graduando e pós-graduados, especialistas e não especialistas; alunos de especialização em Análises Clínicas, etc. Razões, data vênia, permita os participes esclarecer alguns conceitos.

O conceito dissertação aqui referenciado não se enquadra na sistemática adotada nos Cursos de Pós-graduações, ou seja: Doutorado, Mestrado e Especialização.

Existem diferenças conceituais entre monografia, dissertação e tese.

2.1 - Documento acadêmico dissertativo” – DAD.

Assim, é importante frisar neste momento os termos monografia, dissertação e tese.

O presente trabalho se enquadra no conceito “documento acadêmico dissertativo” - DAD, que representa o resultado de um estudo, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina(Biologia), módulo (do curso ora em funcionamento), estudo independente(do autor encaminhado a instituição EAD), curso(Introdução à Bioquímica), programa(De educação complementar e educação continuada) e outros ministrados (Medeiros e Tomasi, 2008).

2.2 - Trabalho monográfico.

Os trabalhos monográficos ou monografias constituem o produto de leituras, observações, investigações, reflexões e críticas desenvolvidas nos cursos de graduação e pós-graduação (Vianna, 2001).

Sua principal característica é a abordagem de um tema único (mónos = um só e graphein = escrever) no caso presente Bioquímica.

Portanto, todos os trabalhos acadêmicos são monográficos.

Dentre os trabalhos monográficos mais usuais, destacam-se aqueles exigidos para obtenção de graus, como a dissertação de mestrado e a tese de doutorado.

Para a conclusão de cursos de especialização, ou mesmo de graduação, é comum a apresentação de trabalhos acadêmicos chamados simplesmente de monografias.

Considera-se também como monografia a redação de memorial, exigido para a progressão na carreira docente.

2.2 .1- Monografia.

A monografia é um trabalho acadêmico Lato sensu que tem por objetivo a reflexão sobre um tema ou problema específico e que resulta de processo de investigação sistemática.

As monografias tratam de temas circunscritos, com abordagem que implica análise, crítica, reflexão e aprofundamento por parte do autor.

Entretanto, é preciso lembrar que, apesar dessa terminologia estar consagrada, essa denominação não é muito adequada, uma vez que todos os trabalhos acadêmicos tem como principal característica serem trabalhos monográficos, inclusive o presente, que se adota como documento acadêmico dissertativo” – DAD.

2.3 - Dissertação.

A dissertação é um trabalho acadêmico Stricto sensu que se destina à obtenção do grau acadêmico de mestre. Os projetos de dissertação não precisam abordar necessariamente temas e/ou métodos inéditos. O aluno de mestrado deve demonstrar a habilidade em realizar estudos científicos e em seguir linhas mestras na área de formação escolhida (Andrade, 2014).

2.4 – Tese.

A tese é um trabalho acadêmico Stricto sensu que importa em contribuição inédita para o conhecimento e visa a obtenção do grau acadêmico de doutor (Barros e Lehfeld, 2007). O doutorando deve defender uma ideia, um método, uma descoberta, uma conclusão obtida a partir de uma exaustiva pesquisa e trabalho científicos.

II – 1 - Referência Bibliográfica para pesquisa complementar.

      I.        Introdução À Metodologia Do Trabalho Científico,  2010. ANDRADE, Maria Margarida de.  Editora ‏ : ‎ Atlas; 10ª edição (22 março 2010). Idioma ‏ : ‎ Português. Capa comum ‏ : ‎ 176 páginas. ISBN-10 ‏ : ‎ 8522458561. ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8522458561. Dimensões ‏ : ‎ 23.8 x 16.6 x 1.4 cm. Ranking dos mais vendidos: Nº 119,485 em Livros.

    II.        Fundamentos de Metodologia Científica Capa comum. 2007. Edição Português. Lehfeld,   Editora ‏ : ‎ Pearson Universidades; 3ª edição (20 setembro 2007) .  Idioma ‏ : ‎ Português. Capa comum ‏ : ‎ 176 páginas

   III.        ISBN-10 ‏ : ‎ 8576051567. ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8576051565. Dimensões ‏ : ‎ 23.8 x 16.6 x 1.2 cm. Ranking dos mais vendidos: Nº 131,840 em Livros.

  IV.        Metodologia do Trabalho Científico. Um Enfoque Didático da Produção Científica Capa comum.  2001. Edição Português. VIANNA, Oliveira de Almeida.  Editora ‏ : ‎ EPU; 1ª edição (1 novembro 2001). Idioma ‏ : ‎ Português. Capa comum ‏ : ‎ 304 páginas. ISBN-10 ‏ : ‎ 8512321601. ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8512321608. Dimensões ‏ : ‎ 22.61 x 15.75 x 1.78 cm. Ranking dos mais vendidos: Nº 478,582 em Livros.

    V.        Comunicação Científica. Normas Técnicas Para Redação Científica. 2008. Edição Português.  Carolina Tomasi;  João B Medeiros. Editora ‏ : ‎ Atlas (1 janeiro 2008). Idioma ‏ : ‎ Português. Capa comum ‏ : ‎ 260 páginas. ISBN-10 ‏ : ‎ 8522451206. ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8522451203. Dimensões ‏ : ‎ 24 x 16.6 x 1.6 cm. Ranking dos mais vendidos: Nº 426,413 em Livros.